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31 de jan. de 2016

Reunião de #63 Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2016


Foi um sucesso essa palestra foi inédita em nosso grupo. A apresentação foi conduzida por Jean Procopio, com um assunto importantíssimo, e uma das campeãs em preocupação das mães… Tema:  Terapia da Alimentação (Feeding Therapy). Se sua criança é um (Picky eater), muito seletivo na hora da alimentação, então esse assunto vai ajudar muito a você.

Biografia: Jean Procopio OTR / L: Terapeuta ocupacional com mais de 28 anos de experiência, se formou na Universidade Thomas Jefferson, na Filadélfia, PA. Abriu sua clínica particular em Reading, MA em 2013.   " Lighthouse " nasceu de sua paixão em ajudar e orientar crianças com necessidades especiais `a atingir todo o seu potencial em todas as áreas de sua vida. Orientar e ensinar os pais / cuidadores dando-lhes ferramentas para ajudar seus filhos são partes importantes do seu trabalho. Além de fornecer serviços de OT, ela tem se especializado em terapia da alimentação. Trabalha com crianças que têm dificuldade para comer diversos gostos, diferentes texturas, ansiedade em comer, dificuldade em tocar ou olhar para a comida, bem como dificuldade em beber em um copo. Além de fazer o trabalho tradicional de uma OT pediátrica, avaliar e tratar comedores "exigente", comedores "problema", bem como as crianças que têm tubos de alimentação. Através da terapia, seu objetivo é fazer a transição dessas crianças para ser capaz de tolerar e comer uma variedade de alimentos dos diferentes grupos de alimentos, abordagens de tratamento variam de acordo com as diferentes necessidades da criança. Ela trabalha com crianças de várias idades e trata uma grande variedade de diagnósticos que podem incluir atrasos e problemas com habilidades de alimentação, habilidades motoras orais, atrasos nas habilidades motoras finas, habilidades motoras visuais que afetam a aprendizagem de uma criança e autocuidado, deficiências de desenvolvimento, distúrbios do processamento sensorial, distúrbios do espectro do autismo, paralisia cerebral e outros diagnósticos neurológicos e genéticos. Os pais e cuidadores desempenham um papel importante em ajudar definir/ estabelecer as metas adequadas e um programa em casa para sua criança. Oferece serviços de avaliação, tratamento e de consulta. Cada criança receberá atenção individualizada e um plano de tratamento personalizado será projetado. Neste momento, ela aceita uma série de planos de seguro que incluem a maioria dos planos de saúde;  Blue Cross Blue Shield Health plans, Tufts Health plans, e Neighborhood Health Plans . Também esta no processo de criação de um contrato com outro plano de saúde, entre em contato para saber sobre o seu seguro.

“Essa matéria é um resumo da apresentação de Jean Procopio, não contém detalhes, explicações ou respostas das perguntas feitas na reunião.”

Introdução:
Metas/ Objetivos:
Para uma melhor compreensão das complexidades que rodeiam as crianças que são comedores de problema. (Normalmente há muitos fatores que afetam o desempenho.)
- Algumas estratégias e ideias para trabalhar com o seu filho em casa.
- Observe para identificar se seu filho precisa de intervenção alimentar terapêutica de um especialista.

Causas de problemas alimentares
1. Os problemas de motricidade oral: músculos na língua, bochechas, lábios, mandíbula; hipertrofia de adenóides e amígdalas afetar a deglutição e comer.
2. Problemas gastrointestinal
3. A modulação Sensorial
4. Disfagia da faringe: (dificuldade para engolir)
5. Respiração
6. Comportamento ?? A maioria das outras questões que vieram antes de os comportamentos desenvolvidos. Eles desenvolvem como mecanismos de adaptação.

Prováveis problemas alimentares em autismo:
- Repertório limitado;
- Rigidez baseado no tipo de alimento, textura, marca / embalagem
- Ingestão elevada de carboidratos; baixo consumo de frutas, legumes; leva a deficiências nutricionais
- Alimentos “Jags”: ocorre quando a criança come o mesmo alimento durante um período de tempo (por exemplo, durante 2 semanas seguidas) e então não volta comê-lo novamente, mas escolherá um outro alimento em vez disso. Um exemplo seria de uma criança que só come nuggets de frango durante algum tempo e então apresenta  uma interrupção repentina (por nenhuma razão que possa ser identificado), e depois vai eleger outro alimento exemplo, comer somente cereais.
- sensibilidades a textura, temperatura, sabor, cheiro, ou mesmo aparecia alimentar
- Excesso de estimulação durante as refeições
- comportamentos ritualísticos

intervenções
- intervenções sensoriais
- intervenções motoras orais
- modificações ambientais
- intervenções comportamentais
- intervenções nutricionais

Higiene Oral
Higiene oral eficaz:
- Reduz as bactérias
- Aumenta o apetite
- Melhora o controle bucal de bolo alimentar
- Aumenta o estado de alerta
- Aumenta o fluxo salivar
- Reduz a incidência de pneumonia

Frequency-2-6x / dia
1-2 minutos-incluem dentes e língua

Quando é necessária a intervenção de um terapeuta alimentar?
- Quando uma avaliação precisa ser feita para determinar qual das áreas acima estão impactando negativamente o comer / beber.
- Quando o tratamento especializado é necessário para mudar os seus comportamentos negativos, rituais em torno de comer, melhorar as habilidades sensoriais - motoras, e ajudar a diminuir sua ansiedade e comportamentos que se desenvolveram em torno das refeições.
- Ao ensinar o que precisa ser feito aos prestadores de cuidados a generalizar a transição  do programa de casa que vai melhorar habilidades / comportamentos de comer e beber.

Esse conteúdo foi do retirado do material de Jean Procopio.

Atualmente Jean esta atuando em sua própria clinica, Lighthouse: Alimentação Pediátrica e Terapia Ocupacional.

Contatos: Jean Procopio
Phone: (781)-985-4678

Para maiores informações acesse:

Objetivo dessa palestra é levar a informação e alertar aos pais dos perigos de uma criança continuar nesse ciclo de alimentação seletiva. Procure um especialista e avalie sua criança para encontrar o tratamento adequado. Foi muito bom aumentar nossos conhecimentos e abrir nossos horizontes com essas técnicas desenvolvidas por Jean.  Obrigado por suas informações em nome de todo nosso grupo.

Obrigada a presença:
Camila da Silva, Ana Paula Lopes, Taiana dos Anjos, Lilian Nakamura, Renata Barbosa, Eliana Barbosa, Daniela Lomba, Marcela Ferreira, Rodolfo Henrique Rabelo, Arinda Taylor, Monica Vieira, Nair de Almeida, Elaine Bastianeli, Marcia  Matos, Sandra Barbosa, Veronica Peroni, Edson Mendonça, Leticia Mendonça, Kathy Allen, Amanda Pasha, Mary Hahn Fernanda Rocha.


                                                                           





                                 

20 de dez. de 2015

Reunião de #62 Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2015

Foi nosso ultimo encontro do ano de 2015, foi mais que especial, tivemos a presença das famílias, com seus respectivos filhos todos num só lugar compartilhando um jantar maravilhoso organizado com muito carinho por vocês‼! 
Eu tenho só que agradecer a Deus a missão que ELE me confiou, pois eu sou muito grata a vocês que colaboraram para que tudo fosse consumado.
Nosso grupo já conseguiu ajudar muitas pessoas, muitas famílias foram transformada através de nossos depoimentos e companheirismo, muitas crianças foram beneficiadas pelo nosso trabalho voluntario. Ainda temos um longo caminho a percorrer, mas eu estou muito feliz por tudo que alcançamos.
Como não amar meu trabalho se através dele eu aprendi ser uma pessoa melhor… Obrigada por estarmos juntos mais um ano, e todos os gestos de carinho e presentes que recebi de vocês. Minha vida seria tão sem graça sem vocês‼! Agora vamos as fotos da nossa confraternização, por estar muitas pessoas juntas eu espero que você consiga ver alguma foto sua de olho aberto e sorrindo…
Um Feliz Natal a todas e um Ano Novo cheio de realizações‼!


Obrigada a presença de todas as famílias e principal o conjunto de anjinhos que estavam presentes‼!









30 de nov. de 2015

Reunião de #61 Sexta-feira, 20 de Novembro de 2015

Essa reunião aconteceu em data extraordinária devido ao feriado de Thanksgiving.  Apresentação foi conduzida por Marcela Ferreira. Tema: Comunicação e autismo.

Biografia: Marcela Ferreira é fonodiologa, brasileira formada pela Universidade Metodista Izabela Hendrix em  Belo Horizonte- Minas Gerais desde 2013. Possui experiência ampla em vários métodos de comunicação alternativa com crianças com necessidades especiais. Atuou em empresas realizando Programas de Conservação Auditiva juntamente com treinamentos dos funcionários e colaboradores a respeito da conscientização dos cuidados com a audição. Experiência clínica em atendimentos de crianças autistas, síndrome de down e disfagia. Marcela desenvolveu um trabalho totalmente diferenciado onde o sucesso do tratamento do pacientes dependem do envolvimento dos pais, por isso é muito variável. Atualmente realiza atendimentos particulares e avaliações para comunidade brasileira no Estado de Massachusetts, EUA.

“Essa matéria é um resumo da apresentação de slides de Marcela, não contém detalhes, explicações ou respostas das perguntas feitas na reunião.”

Introdução: Segundo Marcela as maior preocupações dos pais são:

Meu filho não fala quanto mais eu falar com ele,  vai ajudar ele vai aprender a falar?
Na verdade, não. Uma criança autista em geral tem uma compreensão bastante restrita da linguagem. Se a criança tem nível funcional baixo, deve aprender a se comunicar de forma análoga à que um estrangeiro aprende uma nova língua: em pequenos passos, com referências concretas e muitas repetições. Se a criança é ecolálica (repete palavras ou frases anteriormente ouvidas), quanto mais falarmos com ela, mais material de repetição estaremos fornecendo, e estaremos aumentando a defasagem entre linguagem e comunicação.

Até que idade posso ter esperança que meu filho venha a falar?
Em autismo é quase impossível afirmar-se categoricamente alguma coisa, pois sempre correremos um grande risco de errar. Contudo, há casos de crianças autistas de alto nível de funcionamento que começam a falar as primeiras palavras perto dos quatro anos de idade e passam a dominar a comunicação verbal em tempo relativamente curto.
É também bastante comum que crianças autistas, independentemente de seu nível de desenvolvimento, apresentando uma linguagem verbal bastante fluente, não tenham uma compreensão clara do mecanismo de causa e efeito envolvido na comunicação, e não saibam, por exemplo, que se faz uma pergunta com o intuito de receber uma resposta ou que quando temos problemas podemos pedir ajuda utilizando palavras.
Iniciar um processo de comunicação alternativa tem sido uma prática cada vez mais comum, pois, ao contrário do que muitas pessoas pensavam, a introdução de uma comunicação alternativa, por exemplo o PECS, tem ajudado o desenvolvimento da linguagem verbal, nos casos em que isto é possível, contribuindo na organização do pensamento e na percepção de que o ato de comunicar-se pode ter consequências.

Sempre que alguém tenta colocar limites no meu filho, ele grita e fica muito nervoso. O que fazer?
Se o seu filho é autista, é importante que você analise bem esta importante questão. Em primeiro lugar, é necessário reconhecer a importância de colocar limites, e isso às vezes é muito difícil para qualquer pessoa. Mas atenção, não tente colocar todos os limites ao mesmo tempo, porque na maioria das vezes é impossível. Faça uma lista dos comportamentos que precisam de limites, estabeleça prioridades e aposte na coerência. A resistência à tentativa de colocação de limites é normal, mas o mais frequente é que esta resistência diminua e a criança passe a adotar rapidamente padrões mais adequados de comportamento.

Esse conteúdo foi do retirado do material de Marcela Ferreira.

Contato: Marcela Ferreira:
(781) 521 8686

Obrigada a participação:
Ana Paula Lopes, Edson Mendonca, Marcia Bernardina, Washington dos Santos, Elaine Bastianeli, Terezinha Lage, Nair Almeida, Marcela Ferreira, Rodolfo Henrique e Fernanda Rocha