Páginas

30 de jun. de 2014

Reunião de #44 Sexta-feira, 27 de Junho de 2014 (Estimulação)

A importância da estimulação e intervenção precoce no autismo tem-se tornado possível graças a sua identificação cada vez mais cedo. Essa abordagem caracteriza-se em compreender os desvios do desenvolvimento da criança autista, e desenvolver um trabalho adequado e individualizado em áreas consideradas fundamentais: contato visual, imitação, comunicação (compreensão e uso da linguagem), processamento sensorial, desenvolver habilidades de socialização(brincar apropriadamente com brinquedos e interação social) e família. O ambiente escolar deve oferecer estratégias para generalizar as informações recebidas e usa-las em todos os ambientes, programas estruturados, transição em atividades não preferenciais, rotina e planos para comportamentos considerados problemáticos.
O envolvimento dos pais é peça fundamental para o desenvolvimento da criança,  através do ensino de técnicas de terapia,  e treinamentos visando promover a estimulação. Para estimular a fala é necessário, focalizar na linguagem não-verbal e assim desenvolver as habilidades de comunicação funcional. Com isso ajudar essa crianças a desenvolver a primeira fase da comunicação que seria as habilidades de: apontar, olhar e imitar.
“O cérebro cresce de acordo que e usado”. Assim como uma planta o "Cérebro das Crianças", desde muito cedo, precisa ser cultivado e estimulado. Então, é preciso saber para oferecer o melhor! Com sugestões, bastante interessantes, da maneira que os familiares devem desenvolver melhor suas crianças. Então, vamos tirar o melhor proveito para criarmos nossos filhos com mais alegria e prazer de viver. O cérebro a uma plantinha: você tem de regá-lo e, então, dar tempo ao tempo. "As flores só vão brotar depois", os pais não são os jardineiros, mas parceiros nessa jornada.
A maior parte das transformações no cérebro ocorre na primeira infância. Ou seja, armazenamos mais ou menos 60% da nossa capacidade cognitiva. Nesse período ocorre a sinapse que quando não utilizadas são descartadas. Mas não é a única revolução que se passa no cérebro, nessa época. "Abrem-se" também as janelas de aprendizado ou oportunidades, que favorecem aprendizado de certas habilidades. Então, quanto mais cedo à criança começar a aprender coisas novas, sejam as letras, as cores ou os números, melhor. Nem todas as janelas de oportunidades se fecham na primeira infância. Apesar de certas habilidades serem comprometidas para sempre, outras podem ser aprendida no futuro. 
A melhor resposta para o estimulo: É viver! Parte principal na estimulação (Dedicação compromisso). Se eles querem ver TV permaneça junto, pelo menos por alguns minutos. Assim você pode ver qual o interesse deles, esclarecer dúvidas, criar vínculos. Mesmo o videogame não é um estímulo proibido. Desde que haja equilíbrio: as crianças precisam de fantasias para se desenvolver, e os jogos podem ajudá-las nesse sentido. Vale tudo! Para ativar a inteligência, não é preciso ir longe. Uma passeo ao quintal da sua casa já faz diferença. As folhas, a grama, o vento, as formigas e outros bichinhos.
Como saber se você não está exagerando nos estímulos? Se a criança mantém o interesse, é porque está tudo bem. Seja qual for o estímulo, que ele seja uma experiência divertida. Brinque com as crianças, deixe-as livres. Assim você não perde chance a de ver acontecer o milagre do desenvolvimento. Brincar é coisa muito séria. Toda criança deveria poder brincar. A brincadeira contribui para o processo de socialização das crianças, oferecendo-lhes oportunidades de realizar atividades coletivas livremente, além de ter efeitos positivos para o processo de aprendizagem e estimular o desenvolvimento de habilidades básicas e aquisição de novos conhecimentos. As brincadeiras aparentemente simples são fontes de estímulo ao desenvolvimento cognitivo, social e afetivo da criança com deficiência mental/intelectual ou autismo e também é uma forma de auto-expressão. Talvez poucos pais saibam o quanto é importante o brincar para o desenvolvimento físico e psíquico do seu filho. A ideia difundida popularmente limita o ato de brincar a um simples passatempo, sem funções mais importantes que entreter a criança em atividades divertidas.
Dicas de Brincadeiras para a criança Autista:
- Brincadeiras afetivas (olhar, sorrir, conversar, massagens, estimular o toque com ursos almofadas, lençóis e plumas). 
- Brincadeiras na frente do espelho (fazer caretas, sorrir, se esconder e achar).
- Brincar com bolinhas de sabão;
- Brincadeiras corporais (“pega- pega”, fazer cócegas, abraçar e se esconder)
- Brincar com música e brincadeiras cantadas (dramatizando a música com o corpo, pular, dançar e interagir).  
- Brincar com massinha, argila, tinta e areia (deixar a criança explorar para que perceba as sensações, se você perceber que ela tem uma resposta negativa, tentar inserir outras formas para que ela brinque com essas matérias, por exemplo, adaptar o pincel.)
- Brincadeiras com balões (com música encher os balões, deixar a criança explorar, jogar, iniciando entregas simples como não poder deixar cair no chão).
- Jogos (quando a criança já está inserida numa rotina você pode brincar com jogos, lembrando que sempre devemos respeitar as particularidades da criança e o nível do desenvolvimento que ela se encontra).
As brincadeiras são uma ferramenta divertida para desenvolver o potencial cognitivo, psicomotor, social e afetivo da criança. Lembrando que sempre devemos respeitar o seu nível de desenvolvimento, promovendo uma sessão prazerosa e gradativamente oferecendo desafio para que a criança amplie o seu repertório lúdico e social.
 "Se você não puder aceitar e ajudar a criança autista a superar as suas dificuldades, ame-a de  todo o seu coração, com todo o seu amor e toda a sua aceitação.
Alguma tarefa importante ela está desempenhando junto de você, certamente para proveito de ambos. Confie, trabalhe e espere. Cada dia e uma chance nova que recebemos para melhorar.

Obrigada a presença:

Fernanda Rocha, Arinda  Taylor, Dayane Nietto, Jazmin Ruiz, Marcos dos Santos, Magna, Renata Ramos, Gloria Pinto, Dayana Teixeira, Vanilde da Silva, Cristina Matos, Magna Caldas, Edson da Silva.

26 de jun. de 2014

Reunião de #43 Quinta-feira, 22 de Maio de 2014 (Autismo & Odontologia)

Essa reunião aconteceu em data extraordinária foi um encontro único maravilhoso e muito produtivo.  Apresentação foi conduzida por Adriana Zink. Tema: Abordagem lúdica para o tratamento odontológico.
Biografia: Adriana Zink é brasileira cirurgiã-dentista mestre e especialista em pacientes com necessidades especiais. Dedicada ao estudo e condicionamento de pacientes autistas ao tratamento odontológico através de métodos diferenciados como pecs, son rise, floortime, etc. Colaboradora da "Revista... Autismo" com publicações relacionadas à odontologia.
Professora da UNIP na especialização de pacientes com necessidades especiais. Doutoranda em odontopediatria. Vencedora do premio orgulho autista Brasil.


 Adriana começou sua palestra fazendo uma comparação entre o tratamento no serviço publico americano e o brasileiro. O tratamento odontológico nos EUA acontece da seguinte forma: A criança vai para o consultório para ser atendida, se for apenas tratamento de prevenção ou algo simples é feito no próprio consultório, mas se ela não colaborar é dada ao pai a opção pela sedação no consultório ou transferi-la para o Hospital, sem nenhum custo adicional ao paciente. (Esses dados são informações somente de Massachusetts, os Estados funcionam de maneira independente). Infelizmente, essa realidade não se aplica ao Brasil, se a criança não possui uma condição financeira de ir ao hospital permanecera com dor, a fila de espera para um atendimento chega há quase dois anos. Então, imagine o desconforto desse paciente autista, ele não conseguirá se desenvolver em nenhuma terapia, nem fazer progresso na escola porque esta com dor.  Como conseqüentemente ele ficara mais agitado, mais agressivo, com mais movimentos estereotipados, mas ele só esta com dor de dente.

Outra realidade brasileira é quando os pais ligam ao consultório procurando tratamento e ao informar que o paciente é autista, muitos dentistas por preconceitos ou falta de conhecimentos dizem não atender autistas. Sem ao menos fazer o primeiro contato e ver se vão conseguir atender o paciente. Adriana também faz parte da Câmara Técnica para Pacientes com Necessidades Especiais de São Paulo, eles disponibilizaram um link para os pais fazerem a denuncia do profissional que se recusou prestar o atendimento ao autista, e o CRO será o responsável de tomar as providencias. Infelizmente muitos pais desconhecem o seu direito, e ficam ligando a vários consultórios em busca de algum profissional que atenda a criança autista. Por outro lado o profissional tem o direito de dizer que é incapaz por falta de conhecimento de atender esse paciente, mas ele deve encaminhar a alguém que atenda. Adriana se interessou a estudar sobre o autismo, a fim de ajudar esses pacientes e diminuir o tempo de espera nas filas de internação. A dentista oferece o uso da sedação para os pacientes, mas essa sedação tem um custo, e infelizmente nem todos os pacientes conseguem pagar, foi ai que ela começou a buscar alternativas e outras formas de tratamentos com abordagem comportamentais. A partir de um trabalho diferenciado com o uso do PEC’S e técnicas de ABA, Adriana conseguiu mudar o comportamento de muitos pacientes.

Antes de começar o tratamento ela entrevista os pais para saber tudo sobre seu paciente:

O que gosta? O que não gosta? Experiências anteriores?

É extremamente importante antecipar os acontecimentos explicando passo a passo as fases do tratamento com o uso de imagens, fotos ou figuras, isso diminui a ansiedade e as frustrações. O uso de bonecos, fantoches de dedos, animais com dentes auxiliam o tratamento tornando-se divertido. Muitos desses pacientes não são verbais, por isso é necessário uma linguagem acessível ao seu entendimento. Somente iniciar se o paciente se mostrar receptivo. Recompensar quando ele aceitar, usar as informações fornecidas pelos pais, encerrar a sessão assim que o paciente estressar, recomeçar tudo em outra sessão, paciência, falar em tom baixo e amor ao próximo são qualidades dessa extraordinária dentista.

Depois da entrevista há todo um cuidado com a preparação do ambiente para receber esse paciente, Adriana separa objetos ou personagem que a criança gosta, sendo que a criança não abre a boca para a dentista, mas vai abrir para a personagem favorita. Fazendo o uso da própria motivação da criança, ela inicia um relacionamento de confiança com esse paciente. Adriana realiza seu trabalho com muito amor, respeitando o paciente e fazendo com que seja tudo divertido e espontâneo.

Através de anos de experiência, pesquisas e seu doutorado, Adriana deseja disponibilizar gratuitamente um aplicativo para tabletes e Ipad com todo o material visual de apoio ao tratamento para facilitar a comunicação entre o dentista e o paciente autista.

Após desenvolver uma pesquisa em 26 pacientes autista de baixo funcionamento numa faixa etária ate 19 anos. Notou-se que um paciente adulto que nunca foi estimulado ou teve terapias é muito mais difícil, e apresenta muito mais resistência ao tratamento do que uma criança que vem sendo estimulada. O resultado da pesquisa foi motivador, mostrando que a doutora conseguiu tratar os 26 pacientes no consultório, sem contenção física e sem nenhum tipo de sedação.  Essa técnica mostrou que se apresentar o tratamento da maneira correta ao paciente vai diminuir os números que vão precisar da intervenção e da anestesia geral.

Há uma diferença significativa naqueles pacientes da pediatria que nunca foram ao dentista, com aqueles pacientes adultos que já tiveram alguma experiência negativa de uso de contenção, para as crianças é mais fácil a abordagem sendo que os adultos apresentam uma resistência maior pelo medo das experiências anteriores, mas aos poucos através da abordagem lúdica (divertida) o paciente vai oferecendo menos resistência ate o momento em que ele chegue a colaborar. Por isso é importante a intervenção precoce mesmo que a criança não tenha carie. Crie o habito de visitar regularmente a cada 6 meses o dentista. Mais importante que o habito é a prevenção, essa é uma responsabilidade das mães escovarem os dentes das crianças todos os dias.

Adriana reforça que não existe milagre, é técnica, treinamento que necessita do apoio dos pais, terapeutas e do profissional. Mas sempre vai existir aquele paciente que necessita do uso da sedação, ou aquele que vai precisar ir para o hospital e fazer o uso da anestesia geral, mas muitos desses casos podem ser revertidos e um dia voltarem a serem atendidos no consultório.

Se possível visite o consultório antes da consulta, fotografe o dentista e as etapas do tratamento, a criança tem o direito de saber o que vai acontecer. Isso não vai fazer com que ela goste, mas vai diminuir o medo das surpresas; ou futuros traumas. Os sons também são importantes antecipar principalmente para as crianças com distúrbios na área sensorial, a doutora deu dicas muito simples e acessíveis: Ligue o liquidificador peça ajuda da criança, façam um bolo juntos ou seque o cabelo com secador. Todos esses barulhos ajudam a criança a desenvolver a tolerância aos sons. Condicione em casa com uso de barulho!

O reforço positivo também faz parte de seu trabalho, mas ela trabalha tentando mudar a maneira que se aplica esse reforço. Substituir o uso excessivo de doces, por outros tipos de recompensas, adesivos, aplausos, elogios, ir a um lugar favorito, brincar com o Ipad. Adriana cita um fator muito importante aos pais de crianças autistas. Diz que é necessário ter muita PACIENCIA e AMOR!

Respeitem o tempo de seu filho é à base do sucesso de qualquer tratamento.

Adriana também respeita o tempo de seu paciente ela expressa um desejo enorme de que todo tratamento seja espontâneo.

Outra dica importante é criar o habito da escovação na frente do espelho e você servindo de modelo para a criança copiar. O momento também é muito importante, nunca peça para a criança escovar os dentes na hora que ela estiver em uma atividade preferida, ou vendo o filme favorito, para a criança não associar a escovação a algo negativo. (Escovar os dentes significa parar de fazer algo que gosta). Adriana percebeu também nos seus anos de trabalho que o paciente autista apresenta sérios problemas de coordenação motora fina, e na época escolar onde desenvolve a escrita e a época ideal de incentivar a escovação independente. Nesse momento os pais têm que estar atentos para não perder essa oportunidade senão as crianças crescem e ficam dependentes dos pais, elas aprendem a escrever não aprendem a escovar os dentes.

Atualmente há aproximadamente 2 milhões de crianças no espectro do autismo no Brasil, no Estado de São Paulo são 500 mil, e na cidade de São Paulo são 100 mil. E apenas 535 dentistas especialistas em pacientes com necessidades especiais em todo o Brasil. Desde 2009 não abre turma de especialização por falta de inscrição de alunos, todos querem concorrer pelas mesmas vagas. Todos querem fazer estética e implantes. Há um projeto de lei no Brasil que se for aprovado os dentistas pediatras do serviço publico terão que ser treinados para tratar o paciente autista

Segundo Adriana somente tratar nos hospitais casos mais graves. Mas quando é apenas 1 dente ela aconselha a trabalhar e educar essa criança que ela precisa sentar e tratar os dente no consultório. Ela pede aos pais para não dependenrem somente da terapeuta e sim trabalhar com muitos estímulos em casa, pois esse é caminho para essa criança se desenvolver de maneira significativa.

Para as crianças que escovam com pastas com flúor e não cospe, ela recomenda diminuir a quantidade de pasta na escova, para não dar fluorose nos dentes, são manchas nos dentes permanentes pela ingestão excessiva do flúor.

Para ter mais informações e conhecer o trabalho da Adriana acesse o link:
http://adrianazink.blogspot.com/
 
“Essa matéria é um resumo da apresentação da Adriana Zink, não contém detalhes, explicações, as respostas das perguntas feitas na reunião.”


Obrigada ao apoio profissional:

Ana Henrichs: Ela trabalha prestando assistência psicológica as famílias vivenciando situações de crise, como também auxiliam as famílias ao acesso a serviços comunitários.
Rhea Smith: Ela trabalha prestando assistência e defesa as famílias, especialmente para aqueles que falam Português.

Obrigada a presença:
Fernanda Rocha, Edson da Silva, Edson Mendonça, Eliana Mendonça, Letícia Mendonça, Beatriz Mendonça, Elias Ramos, Cristina Matos, Noêmia Bueno, Cleidiana Monteiro, Dayana Teixeira, Dayane Nietto, Gisele Melo, Monica Vieira, Vanilde Ferreira.


Palestra com Adriana Zink  
Federations For Children With Special Needs
Charlestown, MA

8 de mai. de 2014

Reunião de #42 Sexta-feira, 25 de Abril de 2014 (Bullying)

Nossa reunião maravilhosa e emocionante. Apresentação foi conduzida por Mike Mayes.
O tema foi: Bullying. Aprendemos a ver através dos olhos de uma vitima de bullying todos os momentos difíceis e como superou.

Biografia: Mike Mayes foi diagnosticado com autismo aos 18 meses, graduou-Mitchell College, em 2013. Mike trabalhou como orientador em sala de aula e líder dos jovens no verão. Mike sofreu bullying durante o ensino escolar, mas com coragem e determinação, ele superou os efeitos do bullying. Como resultado, ele manifesta seu profundo compromisso em ser aceito pelo que ele é — uma pessoa com autismo— e ajudando os outros a defender a si mesmos. Mike tem sido um palestrante motivacional há mais de seis anos. Ele fala sobre temas como crescer com autismo, bullying, transições e o impacto das leis de educação especial em pessoas no espectro. Seu objetivo como palestrante é dar aos pais a esperança, e para incentivar os profissionais ter grandes expectativas para seus alunos que estão no espectro do autismo. Mike tem sido um palestrante para Autism Speaks, à Fundação Flutie e para a Mass. Advocates para crianças. Mike tem demonstrado que com trabalho duro, comprometimento e perseverança pode conseguir o sucesso. Ele é uma inspiração para qualquer pessoa que tem uma condição do Espectro do Autismo.

“Essa matéria é um resumo do discurso de Mike, não contém detalhes, explicações, as respostas das perguntas feitas na reunião.”

Tradução do discurso de Mike Mayes sobre Bullying

Um tema delicado
• as pessoas ficam fisicamente e mentalmente machucadas
• é muito humilhante e vergonhoso
• altera a forma de agir das pessoas que têm sido intimidadas, eles podem tornar-se tímidas ou ficam relutantes em acreditar em pessoas
• faz as pessoas não querer ir a lugares onde eles foram intimidadas ou poderiam ser agredidas, limitando as atividades.


Onde acontece Bullying nas Escolas
• corredores
• banheiros
• cafeteria
• estacionamentos da escola
• quadras de esportes
• atividades depois da aula
• ônibus
• em qualquer lugar onde os provocadores sabem que podem se safar
• horas sem estrutura como recreio, almoço ou quando os adultos não estão prestando atenção ou não estão olhando os estudantes que poderiam ser vítimas.


Quem sofre bullying?
• qualquer pessoa pode sofrer bullying.
• Mas os alunos com deficiência têm de 3-4 vezes mais probabilidade de ser intimidado do que os alunos não-deficientes (a partir de um estudo sobre bullying em Massachusetts feito por Mass. Advocates).


Quem intimida os alunos?
• pessoas infelizes
• valentões que têm vida difícil em casa·

• atletas
• professores
• treinadores
• qualquer pessoa pode ser um provocador/ agressor


Eu sofri bullying
• Eu não contei a meus pais por um tempo
• Eu não contei a meus professores
• Eu estava com medo de ninguém acreditar em mim
• Eu não queria dizer, porque eu não queria ser um dedo-duro, ou um fofoqueiro
• Eu tentei ignorá-los, mas às vezes eu tinha que me defender


Por que foi tão difícil para eu conseguir ajuda
• Porque eu sou autista, eu tinha dificuldade para falar, e era muito difícil para eu explicar o que estava acontecendo comigo
• Eu pensava que as pessoas não acreditariam em mim se eu dissesse que estava sendo intimidado, porque eu não conseguia falar claramente e eu não era tão rápido quanto os outros alunos
• Levei muito mais tempo do que os outros alunos para entender se as pessoas não estavam sendo boas ou maldosas comigo
• Bullying não é apenas agressivo fisicamente. Eu teria entendido se alguém me desse uma rasteira, ou me desse um soco, mas compreender as palavras e, as intenções das outras pessoas eram à parte mais difícil para mim e para outras pessoas autistas
• Havia diferentes regras para diferentes pessoas poderem agir. Por exemplo, os atletas eram estrela e poderiam se sair bem de muitas coisas que os outros alunos não poderia se safar.


Que me ajudou?
• Meus amigos me diziam quando alguém estava sendo mau
• Alguns professores me diziam quando alguém era cruel
• Eu tive uma assessora que cuidou de mim - mesmo no colegial.


Eu aprendi a ser meu próprio defensor
• Meus amigos me ajudaram a manifestar-me
• Eles me diziam se alguém estava me usando e eles me diziam para eu enfrentá-los
• Às vezes, eles diziam para os valentões que me provocava para se afastar, só que não tão educado
• alguns alunos mentiram para mim sobre certos significados de palavras para que eu usasse em momento e contexto errado. Eles achavam que era engraçado. Não seria engraçado se eu não fosse o motivo da piada. Meus amigos explicavam os significados das palavras assim que eu não os usaria.


Defendendo a mim mesmo
• Se eu estava confuso ou com raiva, eu consultava com meu orientador/ conselheiro do colégio. Ele me ajudou a entender se eu estava sendo intimidado ou se não era bullying
• Eu confiei nele, porque eu sabia que ele não poderia mentir
• Eu tinha livre acesso para vê-lo sempre que eu quisesse
• Um dos meus treinadores não suportava pessoas sendo perversas a fim de se divertir. Ele me dizia que ele iria manifestar-se dizendo por mim para aquelas crianças maldosas pararem com isso.


Defendendo os outros
• Eu pressionei na Assembléia legislativa do Estado para obter aprovação do projeto de lei contra bullying em Massachusetts
• Eu falo sobre as minhas experiências de ser intimidado (assedio moral) para que outros possam aprender que é possível defender-se
• Eu ingressei em organizações e ações relativas aos direitos do deficiente e assim conhecer outras pessoas como eu
• Eu sou um defensor dos direitos dos deficientes para Mass Advocates for Children


Aprendi a ignorar Algumas delas
• Eu aprendi a me aceitar pelo que sou. Eu tenho pontos fortes e eu tenho dificuldades, mas para mim esta tudo bem.
• Foi difícil eu me aceitar, mas foi o que me fortaleceu
• Ninguém mais poderia me fazer sentir mal sobre eu mesmo


O que há de errado com as intimidações?
• valentões pensam que as pessoas com deficiência não sabe o que estão fazendo para elas. Eles acham que nós não temos sentimentos
• intimidadores se comportam de forma como eles sintam-se melhor sobre si mesmo
• Eles tentam fazer com que as pessoas se sintam inferiores a eles. Eles gostam de fazer as pessoas se sentir miserável.
• Não é patético?


Há leis que protegem os estudantes de intimidações
• Existem leis para todos os alunos, escolas têm inúmeros planos de prevenção de violência desde 2010
• Existem proteções para os alunos com deficiência (Leis de Direitos Civis-504)
• Existem proteções no IEP para os alunos que estão em risco de ser intimidado, porque eles têm autismo ou porque têm problemas sociais relacionados com a sua deficiência.


Proteções em IEP’s?
• Os alunos podem ser ensinados a reconhecer o que é o assédio moral e o que não é bullying
• Os alunos podem aprender quem é, e quem não é amigo
• Os alunos podem ser ensinados a defender-se
• Os alunos podem ser ensinados a denunciar o bullying para professores, pais, para outros alunos e administradores escolares
• Se os alunos relatam o bullying, é contra a lei a revanche contra eles para contar que eles foram intimidados


Como eu sinto agora!
• Era difícil não ser intimidado pelos valentões quando eu estava na escola
• Mas eu olho para onde estou agora, em comparação com as pessoas que me maltratavam
• Minha vida é bem mais feliz do que o que eu vejo a vidas deles
• Eu tenho feito muito mais do que eles
• Eu vejo algumas das pessoas que me maltratavam na minha cidade, e eles não são mais tão   


Obrigada ao apoio profissional:
Ana Henrichs: Ela trabalha prestando assistência psicológica as famílias vivenciando situações de crise, como também auxiliam as famílias ao acesso a serviços comunitários.
Rhea Smith: Ela trabalha prestando assistência e defesa as famílias, especialmente para aqueles que falam Português.

Obrigada a participação especial:

Arlene Hijara, Ed.D.                                               Juliana Bertolado
Director of Special Education                                 Proprietária da escola de Idiomas Wizard
Everett Public Schools                                            563 Broadway, Everett, MA 02149
Everett, MA 02149-4897                                         (617) 381-0160


Obrigada a presença:
Fernanda Rocha, Edson da Silva, Joseleide Ribeiro, Gloria Pinto, Cristian dos Santos, Cristina Matos, Regina Simões, Elias Ramos, Edson Mendonça, Julio Ramos, Jaqueline Reis, Welington Correia, Sibia Kelia, Vanilde Ferreira.


 




 

 

 

2 de mai. de 2014

Reunião de #41 Sexta-feira, 28 de Março de 2014 (Direitos Básicos na Educação Especial)

Nossa reunião foi muito produtiva. O tema foi: Direitos Básicos na Educação Especial. Apresentação foi conduzida por Rhea Smith ela é Advocate e consultora de leis com experiência de 20 anos na área.

Para mais informações sobre esse tema acesse:
http://odomespecialdesermae.blogspot.com/2013/04/reuniao-de-28-sexta-feira-22-de.html
http://odomespecialdesermae.blogspot.com/2013/11/reuniao-de-36-sexta-feira-25-de-outubro.html

“Essa matéria é um resumo do que aconteceu na reunião, não contém detalhes, explicações, os principais exemplos ou soluções das duvidas.”

Para esse ano precisamos mais de sua ajuda, nosso grupo oferece um trabalho voluntário e sem fins lucrativos. Por isso seja nossa voluntária e nos ajude a continuar ajudando. Obrigada por estarmos juntos!

Obrigada ao apoio profissional:
Ana Henrichs: Ela trabalha prestando assistência psicológica as famílias vivenciando situações de crise, como também auxiliam as famílias ao acesso a serviços comunitários.
Rhea Smith: Ela trabalha prestando assistência e defesa as famílias, especialmente para aqueles que falam Português.

Obrigada a presença das mães:
Fernanda Rocha, Marcos dos Santos, Edson da Silva, Joseleide Ribeiro, Gloria Pinto, Dayanne Nietto, Cristina Matos, Jaqueline Reis, Vanilde Ferreira.

28 de fev. de 2014

Reunião de #40 Sexta-feira, 28 de Fevereiro de 2014 (Criança mal-educada ou hiperativa)

Essa reunião foi muito produtiva. Acesse o link abaixo para mais informações:
http://odomespecialdesermae.blogspot.com/2012/09/reuniao-de-22-quinta-feira-30-de-agosto.html

Basicamente o profissional vai trabalhar no A, B, C do comportamento.

Antecedente (o que aconteceu antes);
Behavior/Comportamento (o que causou o comportamento);
Conseqüência (o que aconteceu depois do comportamento).

Psicólogo não dá conselho ele te da teoria, e métodos comprovados por pesquisas que o ajudam a ter direções e encontrar possíveis soluções para seus problemas.

Ex: Dois irmãos brigando um hiperativo e um típico, a tendência é achar que o hiperativo esta errado. Mas se você não estava presente de a conseqüência aos dois.
  • Para comportamentos que você quer acabar, aplique o time out (retire algo que a criança gosta e introduza uma coisa negativa).
  • Para comportamentos que você quer aumentar, elogie. E retira algo que a criança não gosta de fazer como premio. 
Apresenta
Remove
+
Reforço Positivo
 (Elogios e prêmios)
Good Job/ Rewards ***
(Aplausos)
Reforço Negativo
Conseqüência - (Time out)
Quando retira algo que a criança gosta
(vai ficar sem brincar com Ipad)
-
Reforço Negativo
Conseqüência (Time Out)
Introduzir uma coisa negativa
(Os dois vão limpar a cozinha)
Reforço Positivo
Retirar algo que a criança não gosta de fazer
(Hoje não precisa arrumar a cama)


Crianças mal-educadas ou hiperativa?

Muitas pessoas confundem criança hiperativa com mal-educada. Por isso, é importante que os pais prestem muita atenção nas atitudes e comportamentos dos filhos, seja dentro de casa, na rua ou na escola. A criança hiperativa pode apresentar alguns distúrbios como problemas de visão, audição, comunicação, emocional, distúrbios do sono, além do mau humor. O comportamento hiperativo interfere na vida familiar, escolar e social da criança. As crianças hiperativa têm dificuldade em prestar atenção e aprender. São incapazes de filtrar estímulos exteriores, se distraem facilmente e tendem a ser muito apegadas às pessoas, necessitando de muita atenção.

É importante os pais ter conhecimento de que as crianças hiperativas entendem as regras, instruções e expectativas sociais. O problema é que elas têm dificuldade em obedecê-las. Esses comportamentos são acidentais e não propositais.

Por outro lado, está havendo exageros e confusões a esse respeito. Com isso muitas crianças e adolescentes mal-educados estão tomando, medicamento que se destina ao tratamento do distúrbio do déficit de atenção e hiperatividade. O medicamento não atua sobre a falta de educação. Ainda assim, erros em diagnósticos têm permitido as pessoas mal-educadas ficarem à vontade para continuar mal-educadas sob o pretexto de que estão denominadas pelo diagnostico de hiperatividade. O fato de serem consideradas “diferentes” facilita a aceitação de seu comportamento impróprio.

Para garantir que a criança hiperativa seja tratada adequadamente, e evitar o tratamento inadequado de uma criança ativa ou mal-educada, é importante que seu filho receba um diagnóstico correto. Para que isso aconteça prepare-se antes da consulta medica, escreva um relatório de forma correta e objetiva, com todos os comportamentos do seu filho em casa e nas atividades sociais. Se seu filho está encontrando dificuldade na escola, peça ao professor para também escrever um relatório para você apresentar na consulta medica.

Como lidar com filhos distraídos e hiperativos:
Filhos com dificuldade de assimilar informações não devem estudar sozinhos no quarto porque podem distrair-se facilmente com qualquer outra atividade. E, em geral, é isso o que os pais pedem a criança distraída: que fique isolada no quarto para se concentrar. A melhor solução é colocá-la perto de alguém que a ajude, pai, mãe uma pessoa que assuma o papel de ouvinte. A criança distraída tem que ler em voz alta e explicar o que acabou de ler. O fato de em voz alta já obriga o cérebro a transformar símbolos visuais em sons articulados. É o início da concentração.

"Essa matéria é um resumo do que aconteceu na reunião, não contém detalhes, explicações, os principais exemplos ou soluções das duvidas."

Para esse ano precisamos mais de sua ajuda, nosso grupo oferece um trabalho voluntário e sem fins lucrativos. Por isso seja nossa voluntária e nos ajude a continuar ajudando. Obrigada por estarmos juntos!

Obrigada ao apoio profissional:
Ana Henrichs: Ela trabalha prestando assistência psicológica as famílias vivenciando situações de crise, como também auxiliam as famílias ao acesso a serviços comunitários.
Rhea Smith: Ela trabalha prestando assistência e defesa as famílias, especialmente para aqueles que falam Português.

Obrigada a presença das mães:
Fernanda Rocha, Dayana Teixeira, Marcos dos Santos, Edson da Silva, Gloria Pinto, Mariângela Sampaio, Renata Ramos, Cleidiana Monteiro, Dayanne Nietto, Monica Vieira, Cristina Oliveira, Eliane Souza, Vanilde Ferreira, Cristina Matos, Sara Negrini.

Reunião de #41 Sexta-feira, 28 de Março de 2014

31 de jan. de 2014

Reunião de #39 Sexta-feira, 31 de Janeiro de 2014 (Criança hiperativa, agitada e mal-educada)

Essa reunião foi maravilha. Tema: Comportamento. Esse tema é sempre muito requisitado pelas mães. Aprendemos a maneira adequada de lidar com os comportamentos desafiadores das crianças. Principalmente direcionado as mães de filhos hiperativos. É necessário ter informação sobre as características e sintomas da hiperatividade para evitar a confusão entre esses três conceitos: Criança hiperativa, agitada e mal-educada. Muitos pais ficam em duvidas e evitam corrigir os filhos, pois acreditam que certos comportamentos fazem parte do diagnostico. Ou o que é mais triste punição em excesso a certos comportamentos que na realidade são formas de expressar ou diferentes formas de pedir socorro das limitações de uma criança com esse transtorno.

O que acontece na maioria dos casos é que os pais não percebem as mudanças no comportamento da criança. Poucos se questionam o que aconteceu para deixar o filho tão desobediente e mal-educado, desatento ou hiperativo. São raros os pais que se mostram disponíveis para tentar compreender os problemas pelos quais a criança esta passando, menos ainda procurar a ajuda de um profissional adequado. Aqui nos EUA as escolas podem diagnosticar casos de hiperatividade. Logo, as escolas, professores e terapeutas fazem o trabalho de observação, identificam, diagnosticam e, comunicam aos responsáveis da criança.  Esse transtorno se manifesta na infância, é mais visível quando a criança entra na escola. Porém, a manifestação de agitação, desatenção e impulsividade também são características infantis. Além do mais, pode ser resultado de uma situação vivenciada pela criança, que enfrenta problemas familiares, separação, morte de alguém ou até uma falta de adaptação ao sistema educacional. Portanto, para se considerar os sintomas como de hiperatividade, é necessário que o comportamento seja observado por certo período e anotado todos os comportamentos dessa criança, em várias situações e ambientes. Não é toda agitação e rapidez em fazer as coisas que significa hiperatividade. Quando surge em apenas um ambiente, como exemplo o familiar, é necessário analisar tudo que está propiciando o comportamento. Dependendo do meio-ambiente ou da falta de estrutura familiar, a criança fica mais agitada e se ela já apresenta suspeita de hiperatividade, o transtorno pode se agravar. Não se conhece uma causa que explique a ocorrência da hiperatividade, porém, os fatores genéticos e ambientais são fundamentais.

As principais características do comportamento de uma criança hiperativa no ambiente escolar são; Não param sentadas, esquecem facilmente as coisas, desorganização, parece não escutar, não terminam as atividades e se dispersam facilmente. Falam em excesso, apresentam dificuldades para esperar o outro se pronunciar ou para aguardar e responder algo. O problema da criança hiperativa influencia diretamente na capacidade de aprendizagem. Para aprender é necessário um mínimo de organização e atenção. Atenção ao que é dito e um tempo de elaboração. Além de não prestarem atenção, as hiperativas são rápidas em suas respostas, mas não param para pensar sobre o assunto. O que é diferente de uma criança com raciocínio rápido.

Se você percebeu que sua criança apresenta sintomas de hiperatividade, procure um profissional o mais rápido possível. Os especialistas mais indicados a dar esse diagnostico são neurologista, psicólogo ou psiquiatra.

A diferença entre uma criança mal-educada e uma hiperativa, é que a criança mal-educada não consegue respeitar os limites. No ambiente familiar, observa-se que seus pais têm dificuldade em lhe dar os limites necessários, mas, necessariamente, ela não é agitada, desatenta ou impulsiva. Ela apenas não tem os parâmetros sociais e disciplina. Muitas vezes, seu comportamento é de oposição. Por isso, é necessário um diagnóstico bem detalhado, no qual se observa o ambiente em que o comportamento se manifesta e os demais aspectos que definem a hiperatividade.

Por outro lado há os pais de crianças mal-educadas alegam que seus filhos são hiperativos. A única saída é a informação sobre o que é um transtorno de hiperatividade. A maioria não sabe. Também é necessário mostrar-lhes as diversas situações em que ocorrem comportamentos inadequados de seus filhos, para ajudá-los a refletir sobre o assunto. Para crianças mal-educadas só há uma solução: Atenção da família.

A maioria das crianças agitadas não são hiperativa. É necessário prestar atenção para não rotular. Assim também as crianças hiperativas para não serem negligenciadas. Diante de qualquer dúvida, o melhor é pedir a opinião de um especialista sobre o assunto. Nada de ficar distribuindo diagnósticos errados. Eles só atrapalham e impedem que as crianças recebam o tratamento adequado.

Esse tema terá continuação na próxima palestra no mês fevereiro.

“Essa matéria é um resumo do que aconteceu na reunião, não contém detalhes, explicações, os principais exemplos ou soluções das duvidas.”

Para esse ano precisamos mais de sua ajuda, nosso grupo oferece um trabalho voluntario e sem fins lucrativos. Por isso seja nossa voluntaria e nos ajude a continuar ajudando. Obrigada por estarmos juntos!

Obrigada ao apoio profissional:
Ana Henrichs: Ela trabalha prestando assistência psicológica as famílias vivenciando situações de crise, como também auxiliam as famílias ao acesso a serviços comunitários.
Rhea Smith: Ela trabalha prestando assistência e defesa as famílias, especialmente para aqueles que falam Português.

Obrigada a presença das mães:
Fernanda Rocha, Neusa Maria da Silva, Jaqueline Reis, Ivanete Almeida, Dayanne Nietto, Raquel Cruz, Vanessa K Volanski, Renata Ramos, Dayana Teixeira, Cleidiana Monteiro, Thais Vitorino, Eliane Souza, Cristina Oliveira, Edson da Silva, Gloria Pinto, Andrea da Silva, Vanilde Ferreira, Dilene Silva e Cristina Matos.

Reunião de #39 Sexta-feira, 31 de Janeiro de 2014



31 de dez. de 2013

Reunião de #38 Sexta-feira, 20 de Dezembro de 2013

Foi nossa ultima reunião do ano. Tema: Revisão dos melhores momentos de 2013.  Fazendo uma analise percebemos o quanto esse grupo ajudou muitas famílias. No inicio era somente para mãe, e estudávamos somente o assunto sobre autismo. Hoje o grupo é aberto a qualquer pessoa, e estudamos todas as deficiências, dentre elas estão ADHD (Attention Deficit/Hyperactivity Disorder). Criança com hiperatividade e déficit de atenção.

Tivemos palestras maravilhosas e momentos únicos, tudo isso ocorreu com a sua ajuda e por sua participação. É incrível ver como a união realmente faz a força, porque sozinhas não teríamos chance de ter conseguido aprender e conquistar tantas coisas. Cada mãe desperta uma habilidade, um conhecimento, uma força oculta que ainda não conhecíamos. Muito mais que isso, passamos a sentir um relacionamento afetivo. Quando uma está fraquejando, vem outra com o apoio. Se conseguirmos fazer a diferença na vida de uma criança, estamos caminhando ao rumo de conquistar nosso objetivo.

Devemos dar apoio à mãe de criança deficiente que enfrenta sozinha a ignorância, a crueldade e o preconceito que vem junto com essa deficiência, alem da falta de informação, o apoio é fundamental para melhor compreensão dos fatos. “Não devemos permitir que ela desistisse ou perca as esperanças se achando impotente frente à sua realidade.”

Para o próximo ano precisamos mais de sua ajuda, seja nossa voluntaria e nos ajude a continuar ajudando. Obrigada por estarmos juntos!

“Essa matéria é um resumo do que aconteceu na reunião, não contém detalhes, explicações, os principais exemplos ou soluções das duvidas. Foi uma reunião maravilhosa, conduzida por Rhea Smith e a participação especial de Fernanda Rocha.”

Obrigada ao apoio profissional:
Ana Henrichs: Ela trabalha prestando assistência psicológica as famílias vivenciando situações de crise, como também auxiliam as famílias ao acesso a serviços comunitários.
Rhea Smith: Ela trabalha prestando assistência e defesa as famílias, especialmente para aqueles que falam Português.

Obrigada a presença das mães:
Cleidiana da Silva, Dayane Nietto, Dayana Teixeira, Fernanda Rocha, Emzinha M de Oliveira, Ivanete Almeida, Jaqueline Reis, Neusa Maria da Silva, Renata Ramos, Vanilde da Silva.


16 de dez. de 2013

Reunião de #37 Sexta-feira, 22 de Novembro de 2013

Nossa reunião foi muito produtiva. Tema: Suporte e plantão de duvidas. Um grupo de apoio é muito importante, pois nos ajuda a guiar aos caminhos que devemos percorrer. Ensina a gente pensar, a tomar decisões, a defender das nossas crianças com base nas leis. Fundamentados em conhecimentos e somadas às experiências.
Ana nos ensina vários caminhos e nos ajuda a buscar informações e conhecimentos que trazemos dentro de nós.

Um grupo de apoio é muito importante nas relações familiares.

Quando adicionamos um filho ao casamento ocorrem muitas mudanças e mais complicado fica quando esse filho vem com alguma necessidade especial, então é importante saber como tratar as relações familiares os conflitos entres os irmãos, as cobranças do casamento e da sociedade.

Outro aspecto muito importante é estimular o aprendizado e não devemos deixar o trabalho de ensinar somente para escola. É muito essencial que a mãe use todo momento uma oportunidade para estimular o aprendizado. Delegando tarefas, pedindo ajuda e celebrando os progressos. Quem não compareceu nessa reunião perdeu uma grande oportunidade de crescimento, ajuda e plantão de solucionar duvida.

“Essa matéria é um resumo do que aconteceu na reunião, não contém detalhes, explicações, os principais exemplos ou soluções das duvidas. Foi uma reunião maravilhosa, conduzida pela psicóloga Ana Henrichs.

Obrigada ao apoio profissional:
Ana Henrichs: Ela trabalha prestando assistência psicológica as famílias vivenciando situações de crise, como também auxiliam as famílias ao acesso a serviços comunitários.
Rhea Smith: Ela trabalha prestando assistência e defesa as famílias, especialmente para aqueles que falam Português.

Obrigada a presença das mães:
Dayane Nietto, Dayana Teixeira, Fernanda Rocha, Gloria Pinto, Monica Vieira, Renata Ramos.


20 de nov. de 2013

Reunião de #36 Sexta-feira, 25 de Outubro de 2013

Nossa reunião foi um dos mais importantes temas na educação especial. Tema: Direitos básicos na Educação. Esse tema foi estudado inúmeras vezes em nosso grupo e é um tema que faz parte da nossa pauta anual, (Para ter mais informações acesses as reuniões de números: 10 28 e na atual 36).

“Essa matéria é um resumo do que aconteceu na reunião, não contém detalhes, explicações, os principais exemplos ou soluções das duvidas. Foi uma reunião maravilhosa, conduzida por Rhea Smith.

Você sabia que as escolas são obrigadas a dar uma educação apropriada para sua criança?

Aqui nos USA a educação não é baseada no que a escola pode ou não oferecer, e sim no que a criança necessita. Então, se o seu filho não esta se desenvolvendo na escola e precisa de alguma terapia de apoio (Terapia da fala, terapia física, terapia Ocupacional ou ABA) a escola não pode se recusar a oferecer, pois é contra lei. Mas cabe a nos pais saber o que diz a lei e cobrar isso da escola.

Para você saber sobre os principais direitos do seu filho nas escolas participe das reuniões do nosso grupo.

Se você perdeu esse tema fique atenta para a agenda do ano que vem.

Esse estudo foi retirado do material da Federação para crianças com necessidades especiais.

http://www.fcsn.org

Obrigada ao apoio profissional:
Ana Henrichs: Ela trabalha prestando assistência psicológica as famílias vivenciando situações de crise, como também auxiliam as famílias ao acesso a serviços comunitários.
Rhea Smith: Ela trabalha prestando assistência e defesa as famílias, especialmente para aqueles que falam Português.

Obrigada a presença das mães, pais e voluntários:
Camila Santos, Cristina Matos, Cintya Mathias, Dayane Nietto, Dayana Teixeira, Fernanda Rocha, Gislaine da Silva, Jaqueline Reis, Marcele Khobzy, Vanilde Ferreira.


Reunião de #35 Sexta-feira, 27 de Setembro de 2013

“Essa matéria é um resumo do que aconteceu na reunião, não contém detalhes, explicações, os principais exemplos ou soluções das duvidas. Foi uma reunião maravilhosa” conduzida por Ana Henrichs.

Foi um tema indispensável quando o assunto é dar apoio às crianças com necessidades especiais. Tema: IEP.
Esse tema já foi estudado inúmeras vezes em nosso grupo e é um tema que faz parte da nossa pauta anual, (Para ter mais informações acesses as reuniões de números: 3, 11, 25, 29 e na atual 35).
Esse assunto precisa ser estudado com freqüência, pois à medida que a criança cresce novos desafios aparecem e se a gente não entender sobre leis, não tem como dar o suporte que a criança necessita para ela alcançar o currículo. E a conseqüência é que muitas vezes é sofremos, pois optamos por decisões equivocadas ou decidimos por influencias de pessoas não visam o bem estar da criança.

Saiba como evitar alguns erros e se defender:

Qual seria a sugestão da escola para um problema muito comum que ocorre com algumas crianças?

Ex: Se seu filho não esta fazendo um progresso desejado, a escola aconselha para a criança repetir o ano a fim de evitar que essa situação prejudique a auto-estima da criança.

Qual seria a sua decisão?
O que fazer quando nos vemos dentro de uma situação parecida com a desse exemplo?

O primeiro passo para ajudar a você lidar com problemas do cotidiano seria a sua participação consistente nas reuniões do grupo. Participando das reuniões você estará apta para entender e saber navegar dentro do sistema escolar dando assim a sua criança uma educação de qualidade e mais oportunidades de sucesso.

Lembre-se você que pode contratar a melhor Advocate do Estado mais nenhuma vai defender seu filho melhor do que você. Pois ninguém no mundo conhece melhor que você a sua criança. O objetivo do nosso grupo é levar as famílias à informação por que ela será sua arma.

O que é IEP?
É um Programa de Educação Individualizada, onde uma junta de profissionais do desenvolvimento se reúne para analisar se a criança qualifica para participar desse programa. Após qualificar eles desenvolvem um plano educacional para a criança.

Qual o critério de qualificação?
Se sua criança possui uma ou mais dessas deficiências ela qualifica para participar do programa de educação especial e ter um IEP.
Autismo, Retardamento no desenvolvimento, Intelectual, Sensorial (audição, visão, surdez- cegueira), Neurológica, Emocional, Comunicação, aprendizagem especifica e física.

Se você perdeu esse tema fique atenta para a agenda do ano que vem.

Esse estudo foi retirado do material da Federação para crianças com necessidades especiais.
http://www.fcsn.org

Obrigada ao apoio profissional:
Ana Henrichs: Ela trabalha prestando assistência psicológica as famílias vivenciando situações de crise, como também auxiliam as famílias ao acesso a serviços comunitários.
Rhea Smith: Ela trabalha prestando assistência e defesa as famílias, especialmente para aqueles que falam Português.

Obrigada a presença das mães, pais e voluntários:
Cristina Matos, Dayane Nietto, Dicionir da Silva, Edson da Silva, Fernanda Rocha, Gislaine da Silva, Jaqueline Reis, Monica Vieira, Octavio da Silva, Vanderleia da Silva, Vanilde Ferreira.